Desaparecimento da mineira Daiane Alves de Souza em Caldas Novas gera apreensão e investigações
O desaparecimento da mineira Daiane Alves de Souza, de 43 anos, em Caldas Novas, ainda é um mistério. A corretora foi vista pela última vez no dia 17 de dezembro de 2025, quando saiu para verificar um apagão elétrico no prédio onde mora.
Contexto do desaparecimento
A minuciosa apuração dos eventos relacionados ao desaparecimento revela um cenário conturbado. Após a repercussão do caso, informações sobre os conflitos de Daiane com o síndico do condomínio ganharam destaque. O Ministério Público (MP) de Goiás denunciou o síndico por crime de perseguição, alegando que ele vinha monitorando e dificultando a vida da vítima desde novembro de 2024.
Bastidores e Repercussão
O clima no condomínio, o Amethist Tower, foi marcado por desentendimentos constantes, incluindo um episódio em que o síndico agrediu a corretora. A relação deteriorada culminou em uma assembleia em agosto de 2025, que decidiu pela expulsão de Daiane. Contudo, essa decisão foi posteriormente suspensa pela Justiça, que alegou falta de ampla defesa. A situação se agravou com a interferência do síndico nos serviços essenciais de água, internet e energia, o que contribuiu radicalmente para o estresse da vítima.
O que você precisa saber sobre :
- Daiane foi vista pela última vez às 18h50 de 17 de dezembro de 2025, no subsolo de seu prédio.
- O MP de Goiás acusa o síndico de perseguição com agravação por abuso de autoridade.
- A família ainda não recebeu informações concretas sobre o paradeiro da corretora.
A mãe de Daiane, Nilse Alves Pontes, expressou a dor vivida pela família diante da ausência de respostas das autoridades.
O caso está sob investigação pela 19ª Delegacia Regional de Polícia de Caldas Novas, que formou uma força-tarefa para esclarecer as circunstâncias do desaparecimento de Daiane.
