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Sertanejo no Brasil, country lá fora: descobrindo a música sem sair do lugar

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Influenciando um ao outro cada vez mais, sertanejo e country andam de mãos dadas

Fonte: Pixabay

Para muita gente, shows e eventos de música foram e ainda são uma forma de escape da realidade, uma forma de diversão e relaxamento tão ansiados depois de dias, semanas ou mesmo meses de trabalho, estresse e, claro, economia.

Dentro desse contexto, a música sertaneja no Brasil é uma das que mais movimenta dinheiro, engaja fãs e cria conteúdo cultural nos tempos atuais. Seu “equivalente” interacional, por assim, inclui o country americano, e esses estilos são conhecidos por se influenciarem mutuamente, algo que aumentou ainda mais com a internet.

Assim sendo, mesmo em casa, existem muitas formas de ouvir tanto os artistas já queridos e consagrados e descobrir tanto novos talentos quanto hits que estejam passando batido. A questão, claro, é saber como fazer isso da maneira mais proveitosa o possível.

Descobrindo mais sertanejo brasileiro e country internacional

Os mais antigos vão se lembrar de grandes duplas sertanejas brasileiras como Tonico & Tinoco e Pena Branca & Xavantinho, para ficar em nomes consagrados, da mesma forma que os estadunidenses fãs certamente vão reconhecer nomes como Hank Williams.

O tempo, todos sabemos, não para e não espera ninguém, e esses medalhões se foram e deixaram como legado nomes como, aqui, legiões de duplas como Zezé di Camargo & Luciano e Chitãozinho & Xororó e, por lá, John Denver, Shania Twain e incontáveis outros.

Esses, por sua vez, já veteranos, influenciaram Marília Mendonça, Zé Neto & Cristiano e outros. Nos EUA, Taylor Swift e outros ainda mais jovens surgem a cada instante. Chegou num ponto, inclusive, que esses artistas passaram a exercer influência simultânea um sobre o outro e transpuseram barreiras geográficas antes vistas como invencíveis – vide Michel Teló atingindo as paradas na Bélgica, Holanda e Alemanha.

A questão, simplesmente, é: como acompanhar e aproveitar tudo o que a música tem de bom em tempos em que, ao que parece, ela se tornou de consumo extremamente veloz e muitas vezes descartável?

Existem meios, entre os quais vale citar os seguintes:

  1. Rádio: Antigo e sempre confiável, o rádio foi libertador e revolucionário na sua época, e segue como instrumento ótimo para novas descobertas, especialmente para os mais velhos que, por qualquer motivo que seja, não usem a internet para isso.
  2. Streaming: De longe a forma mais popular de consumir novas músicas, é eficiente e praticamente ilimitado, mas pode ser melhor aproveitado do que em geral é. Quem quiser conhecer artistas internacionais ainda em nichos locais ou cenas underground, especialmente no formato de vídeo, pode se ver bloqueado por restrições geográficas. Uma VPN pode resolver este obstáculo e liberar a pesquisa.

Usando essa ferramenta, a navegação será mais segura porque alguns dados que são expostos ao entrar em cada site são ocultados e é possível mudar sua localização. Restrições comuns a plataformas como Netflix ou Facebook são levantadas.

  1. Redes sociais e blogs: Em tempos de internet e troca de informações instantâneas, falar com os outros é uma forma quase que orgânica de descobrir novos artistas no Brasil e fora dele. Não tenha receio de trocar experiências – é um jeito antigo de descobrir novidades, só que numa “roupagem online” moderna.
  2. “Garimpando” discos: Nem todo mundo tem um toca-discos em casa, mas quem tiver e quiser se arriscar na coleção dos avós, pais ou tios pode descobrir verdadeiras pepitas de ouro musicais escondidas e acumulando poeira. Para os mais apaixonados, os velhos sebos também são opção, principalmente em se tratando de sertanejo raiz.
  3. Indo a shows e eventos: Essa talvez seja para “logo mais”, mas não pode ser ignorada. Principalmente em festivais de música, a chance de se conhecer um novo artista e gostar dele é enorme. Naturalmente que estamos indo para ver uma atração específica, mas se permitir dar atenção às outras pode ser uma forma incrivelmente divertida de se apaixonar por música nova.

Conclusão

O que não falta, no fim das contas, é talento no sertanejo no Brasil, country estrangeiro e até mesmo o contrário – a influência norte-americana no sertanejo universitário é gigantesca, e se até pagode japonês dá para encontrar, não vai ser um sertanejo brasileiro de raiz cantado em inglês que vai passar despercebido.

No fim das contas, o que mais importa é a mente aberta e a certeza de que, com as ferramentas corretas, é possível descobrir uma pedra preciosa musical por dia, se não mais. Seja pelo computador, pelo celular e em qualquer lugar com acesso à internet.

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