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Sérgio Reis será homenageado neste sábado

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Com mais de 60 anos de carreira, Sérgio Reis será homenageado neste sábado, no programa Ritmo Brasil.

São 60 anos de carreira, 126 discos gravados e muita história para contar. É impossível colocar tudo isso em um programa só. Por isso, o Ritmo Brasil deste sábado (09), será novamente dedicado especialmente a esse ídolo da música sertaneja!

A produção do programa foi às ruas ouvir o que o povo quer saber sobre Sérgio Reis, a criatividade rolou solta quando entregaram o microfone na mão da galera. No sofá da Faa o assunto é amizade, o ícone fala sobre a Jovem Guarda e a amizade com o pessoal da música sertaneja.

O cantor faz questão de levar ao palco do Ritmo Brasil os grandes clássicos da sua carreira. Só sucessos! Além de músicos excepcionais, Sérgio leva também o seu filho, Bavini, que vai dividir o palco com o pai, mostrando que o talento é de família.

Especial Sérgio Reis parte II, emoção e música boa. O Ritmo Brasil vai ao ar todos os sábado, às 19:30, com Faa Morena, pela Rede TV!.

Biografia sobre o cantor

Dono de carisma singular, Sérgio Reis já foi Johnny Johnson. Já cantou rock, já foi funcionário de uma companhia de seguros e estoquista no Bazar Lorde. Já foi fazendeiro, estrela de cinema e dono de pousada no Pantanal. Seu primeiro instrumento musical foi um pandeiro. Sua escola de música, as farras e serestas em família.

Sérgio Reis: Uma Vida, Um Talento; biografia do cantor que também é ator e político, apresentadetalhes surpreendentes de uma vida repleta de aventuras.

Mas o livro narra histórias curiosas, desde a história de seus avós até a homenagem que recebeu na aldeia da reserva caiapó do Pará.

No entanto, a biografia também passa pelo envolvimento de Sérgio com a Jovem Guarda. Além da sua adolescência a bordo de uma vespa e famosa participação ao lado de Almir Sater na novela O Rei do Gado, como a dupla Pirilampo e Saracura.

De quebra, a biografia de Sérgio Reis ainda lança luz à história da música sertaneja no Brasil. O autor refuta a tese de que sua gênese estaria no grupo de cantores e humoristas — a Turma Caipira — criado por Cornélio Pires nos anos 1920, uma vez que há registros de gravações como “Cateretê Paulista” já em 1912. Além disso, os Teatros de Revista já apresentavam peças de inspiração caipira em 1914.

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