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Roberta Miranda revela os desafios do Início de carreira: “Vivi com um cachê de 600 reais por rês”

Roberta Miranda revela valor do seu cachê no início da carreira (Foto: Divulgação)

A cantora sertaneja revelou detalhes do seu início da carreira em entrevista exclusiva ao apresentador Beetto Saad, e revela qual foi seu primeiro cachê

A consagrada cantora sertaneja Roberta Miranda compartilhou em uma emocionante entrevista com o apresentador Beetto Saad momentos marcantes e desafiadores de seu início de carreira. A artista, conhecida por suas contribuições significativas para o sertanejo, abriu o coração e revelou que, antes do estrelato, sua realidade era muito diferente da atual, vivendo com um cachê da Roberta Miranda equivalente a cerca de 600 reais por mês.

Era uma época difícil. Não tinha dinheiro nem para o almoço, muito menos para o ônibus. Caminhar por esses bares era uma maneira que Deus me mostrou de ganhar um pouco de dinheiro e sobreviver” relembra Roberta Miranda. A cantora detalhou como sua rotina de apresentações em bares era não só uma fonte de renda, mas também sua principal refeição do dia.

Roberta contou mais sobre sua rotina daquela época: “Depois de cantar até o amanhecer, eu caminhava pela Rua da Consolação a pé, já que não tinha dinheiro para o transporte. Meu momento de alívio era parar em um restaurante onde eu apenas podia pagar por uma banana split.

Roberta Miranda revela que as experiências ajudaram a moldar sua paixão pela música

(Roberta Miranda | Foto: Reprodução Instagram)
(Roberta Miranda | Foto: Reprodução Instagram)

A cantora sertaneja também compartilhou como essas experiências moldaram seu amor e paixão pela música sertaneja: “Durante a noite, eu já cantava clássicos como ‘Índia’ e ‘Meu Primeiro Amor’, e aquilo tocava minha alma. Essa foi a semente da minha paixão pelo sertanejo.” Roberta Miranda destaca que foi essa mistura de gêneros e a necessidade de adaptar-se às demandas do público noturno que aprimorou sua versatilidade como artista.

Ela emocionou-se ao lembrar das pessoas que a ajudaram nessa jornada: “Após 14 anos de noites longas e promessas vazias, um cenotécnico chamado Pula Pula, do Beco, foi quem me abriu as portas para o mundo do sertanejo. Ele não me deu apenas uma oportunidade, mas dignidade.”

As revelações de Roberta Miranda são um testemunho de sua resiliência e dedicação. Da vida de dificuldades com um cachê da Roberta Miranda modesto à consagração como uma das vozes mais respeitadas do sertanejo, sua história é uma fonte de inspiração e admiração.

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