Republicanos da Câmara vencem votação de poderes de guerra sobre Venezuela

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Câmara dos EUA rejeita resolução que impediria Trump de enviar forças militares a Venezuela

A Câmara rejeitou uma resolução apoiada pelos democratas que visava impedir o presidente Donald Trump de enviar tropas dos EUA à Venezuela. O resultado do voto empatado evidencia a fragilidade da liderança do porta-voz republicano Mike Johnson em um momento de crescente resistência à política externa de Trump dentro do Congresso.

Desdobramentos da votação sobre a Venezuela

O voto empatado, que não alcançou a maioria necessária para a aprovação, representa um sinal claro da resistência crescente entre os republicanos em relação às ações do presidente na América Latina. Além disso, a votação se prolongou por mais de 20 minutos, enquanto a liderança republicana aguardava que o deputado Wesley Hunt retornasse de sua campanha no Texas para emitir o voto decisivo.

Bastidores e Repercussão

No plenário da Câmara, as reações não foram mornas: os democratas acusaram a liderança republicana de violar as regras procedimentais. Dois deputados republicanos, Don Bacon e Thomas Massie, se aliaram aos democratas na votação. A resolução buscava direcionar Trump a retirar as tropas dos EUA da Venezuela, um território onde, segundo a administração, atualmente não há forças militares.

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O que você precisa saber sobre:

  • A resolução visava contestar as recentes ações militares e a crescente retórica agressiva de Trump em relação a Maduro.
  • Os democratas enfatizam a importância da atuação do Congresso na definição do uso de poderes de guerra pelo presidente.
  • A administração Trump teve que negociar fortemente para manter apoio republicano e evitar uma derrota legislativa mais significativa.

A batalha legislativa reflete um debate interno crescente sobre os limites do uso da força militar pelos presidentes nos EUA.

A votação na Câmara é mais um indicativo das crescentes dividas dentro do Partido Republicano sobre a política externa de Trump.