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Luan Santana faz história com live sertaneja ao lado de Luísa Sonza e Giulia Be

Cantor sertanejo encantou telespectadores ao lado de convidadas especiais

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Ao lado de Luísa Sonza e Giulia Be, Luan Santana fez história e apresentou uma live de sucesso, com detalhes mínimos pensados no público

No último sábado (26), em São Paulo, Luan Santana, Luísa Sonza e Giulia Be apresentaram um espetáculo visto por milhões de pessoas, a liveClássicos”, que ganhou comentários elogiosos da crítica e do público. A transmissão foi marcada por Luan Santana ter defendido Luísa Sonza de comentários machistas na internet.

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Com traje de gala, a sintonia do trio ultrapassou as telas, conquistando os espectadores em casa com números que traduziram a consagração do show. Foram mais de 38.9 milhões de visualizações na tag #LIVELGL, 1º lugar dos TTs BR com #LiveClassicos, mais de 150 mil menções no Twitter, 1º lugar nos vídeos em alta do Youtube Brasil e mais de 20 milhões de impactos nas redes sociais.

Ou seja, sucesso absoluto com uma transmissão compartilhada entre duas plataformas: TIK TOK e YouTube, e ainda todas as redes sociais dos artistas.
Consumindo apenas água, sem fazer apologia a bebida ou comentários de duplo sentido, CLÁSSICOS primou pelo bom gosto e bom tom.

Foram quatro horas consecutivas de espetáculo, em que os artistas fizeram tributos a grandes nomes da música do Brasil e do mundo: de Alcione a Beatles, de Zezé Di Camargo e Luciano a Alejandro Sanz e Luis Miguel, passando por Reginaldo Rossi e Kid Abelha.

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A abertura com “Yesterday” (Beatles) deu a linha do que seria tão bem apresentado ao público. Luan Santana conseguiu sintetizar o que havia preparado para aquela noite em apenas alguns minutos, fazendo com que os internautas ficassem enlouquecidos com as músicas apresentadas.

Outro ponto marcante do show foi a dedicatória aos contratantes: “Quero dedicar esta live a todos os contratantes. Começamos com ‘Yesterday’ para dizer que, quando a gente faz valer a pena o ontem, o hoje faz sentido nos sinais que a vida nos mostra. São essas pessoas responsáveis pelos eventos maravilhosos que vocês sempre veem, que trabalham incansavelmente pra trazer uma experiência inesquecível para o público. Vamos estar juntos logo, logo, sentindo esta energia de novo”, afirmou Luan, que recentemente afrontou Bolsonaro e fez apelo às queimadas no Pantanal.

Que assim seja!

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Criação da Live Sertaneja

(Foto: Castu Júnior)
(Foto: Castu Júnior)

Há cerca de três meses, Luan Santana reuniu (via web) a sua equipe para falar de um projeto sobre músicas que marcaram gerações. Pensando em “não rotular a arte”, ele prontamente imaginou duas estrelas, de diferentes segmentos, dividindo cena com ele. Foram elas, Luísa Sonza e Giulia Be.

O conceito foi o de mostrar que a música não deveria ser rotulada, por sermos de um país de tantos ritmos e ritos. Ele queria mostrar a potência vocal da Giulia e da Luísa, cantando músicas de Alcione, Reginaldo Rossi, Zezé Di Camargo e Luciano, Chitãozinho e Xororó, Luís Miguel, Beatles, Alejandro Sanz, clássicos do Brasil e do mundo. Ele resumiu assim: “Clássicos dos clássicos do Brasil e do mundo.” Assim nasceu a live “Clássicos”.

Cenário e História foram idealizados por Luan Santana

Luan pediu a sua equipe que buscasse referências de palácios ou uma fazenda colonial. Quando ele descobriu o Palácio dos Cedros, fechou no mesmo momento. Estava ali a ligação total entre arte e história, símbolos e sinais: Palácio de 1922, de uma família de empreendedores, em frente ao Museu do Ipiranga, que nos remete à Colonização do Brasil.

Mais: a época da construção do espaço sendo o mesmo ano da Semana de Arte Moderna e, atrás do mesmo, em 1822, aconteceu o grito do Ipiranga. Com Luan é assim: história e arte andam de mãos dadas.

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Tributos

Recheado de história, de simbologias, com um grito culto de quem quer fazer arte, mostrar arte, como a arte deve ser feita, Luan Santana fez grandes tributos ao lado de Luísa Sonza e Giulia Be. Assim, Luan provou que “Clássicos” foi criado para enaltecer grandes ídolos do Brasil e do mundo: o clássico do Reginaldo Rossi, o clássico do Zezé Di Camargo e Luciano, do Chitãozinho e Xororó, do Beatles, do Alejandro Sanz, do Luis Miguel e todas e todas as mais de 50 músicas que formaram o repertório.

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