Após defender porte de arma, Gusttavo Lima lamenta a morte de amigo com tiro acidental

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Após defender porte de arma, Gusttavo Lima lamenta a morte de amigo com tiro acidental (Foto: Reprodução Internet)
Após defender porte de arma, Gusttavo Lima lamenta a morte de amigo com tiro acidental (Foto: Reprodução Internet)

Gusttavo Lima, que apoiou o porte de armas para cidadãos comuns, prestou homenagem à morte de Passim, amigo e assessor de Leonardo

A morte de Passim, assessor do cantor Leonardo, deixou o cantor sertanejo muito abalado e, inclusive, chegou até Gusttavo Lima, amigo de longa data do sertanejo que participará de uma live conjunta no próximo final de semana. O Embaixador prestou homenagem à Passim, mas a internet tratou logo de lembrar seu apoio ao porte de armas e consequentemente a Bolsonaro.

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Além de uma homenagem emocionante postada por Zezé Di Camargo, quem também se pronunciou, mesmo que brevemente, foi Gusttavo Lima. O ex marido de Andressa Suita compartilhou uma foto antiga ao lado de Passim e comentou abalado: “Vai com Deus, meu irmão. Você sempre será fora de série”.

Vale relembrar que, na época das eleições presidenciais de 2018, Gusttavo Lima declarou publicamente seu apoio ao posse de armas e à Jair Bolsonaro, que compactua com essa ideia. Na época, o sertanejo postou um vídeo treinando treino ao alvo nos Estados Unidos e defendeu a ação:

“Hoje em dia no Brasil só está desarmado o cidadão de bem, o cidadão armado é a primeira linha de defesa de um país. Revogação do Estatuto do desarmando já… Nossas família e nossas casas protegidas, Barrett .50… Tarde de tiro, thank You brooo @mullertraining !!! #bolsonaro2018”.

Agora, segundo o delegado responsável pela morte de Passim, o assessor de Leonardo não tinha permissão para portar a arma causadora da sua morte com os tiros acidentais. Passim estaria sem o registro da arma, o que configura crime, e detalhes do caso vieram à tona. Relembre abaixo.

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Inquérito da morte de Passim aponta tiros acidentais

(Foto: Reprodução Internet)
(Foto: Reprodução Internet)

De acordo com informações divulgadas pelo site G1, que ouviu o delegado Gilvan Borges de Oliveira, responsável pelo caso, a arma que matou Passim era do próprio e não tinha registro, o que é crime inafiançável perante a legislação brasileira e prevê pena de dois a seis anos de prisão:

“A arma não é registrada, ou seja, não está no nome de ninguém. A arma era dele, mas não estava registrada. Ele não tinha uma função específica para usar arma, era para defesa pessoal”, declarou Gilvan.

A causa da morte certamente seria um tiro acidental, disparado pelo próprio Passim, mas as investigações aguardam o laudo definitivo da Polícia Técnico-Científica, que analisa os fatos e irá fazer a perícia detalhada da arma, a fim de descobrir o que levou o disparo da arma: “Foi um tiro acidental e aguardamos o laudo para confirmar”, decreta.

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Nilton Rodrigues, assessor e amigo íntimo do cantor Leonardo foi encontrado morto na fazenda Talismã, propriedade do sertanejo, no último dia 04 de março. A apuração do caso indica que Passim foi morto por dois tiros acidentais disparados por volta das 2 da manhã, mas seu corpo só foi encontrado às 12:30 do dia seguinte.