Revisitando 2016: O Cinema e suas Fiascos Marcantes na Era das Franquias
Em 2016, o cinema vivenciou um momento crítico, revelando tendências que, um tempo depois, se mostraram desastrosas. A nostalgia da época trouxe à tona discussões sobre produções que não resistiram ao tempo, culminando em escolhas criativas equivocadas.
As armadilhas das franquias e blockbusters de 2016
O ano tornou-se um marco na indústria cinematográfica, pois os estúdios, apostando em fórmulas desgastadas, priorizaram marcas em detrimento de histórias consistentes. Essa abordagem gerou um distanciamento do público e reações negativas da crítica, levando muitos filmes a desaparecerem rapidamente do debate cultural.
Bastidores e Repercussão
A década passada trouxe à luz filmes como “A Série Divergente: Convergente”, que, dividindo seu livro final, resultou em uma narrativa truncada. Por outro lado, “Alice Através do Espelho” apostou em excessos visuais sem a direção de Tim Burton, falhando em repetir o encantamento do original. O público se mostrou distante de outras produções, como “A 5ª Onda” e “Max Steel”, que trouxeram clichês e histórias sem impacto.
O que você precisa saber sobre :
- “A Série Divergente: Convergente” obteve 11% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.
- “Alice Através do Espelho” teve uma recepção morna, com 29% de aprovação entre críticos e 48% entre o público.
- “Max Steel” recebeu a impressionante marca de 0% no Rotten Tomatoes, perdendo qualquer chance de uma sequência.
A análise revela que o ano serviu de alerta sobre o futuro das franquias, com escolhas criativas que naufragaram em falta de identidade.
Em resumo, a revisão de 2016 é essencial para entender como algumas escolhas cinematográficas moldaram a indústria em direções não desejadas.
