Dupla sertaneja As Galvão chega ao fim após 74 anos de história

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Irmãs paulistas que formaram há 74 anos a dupla pioneira As Galvão chegam ao fim da carreira após avanço do Alzheimer em Marilene

A música sertaneja feminina teve como pioneira a dupla As Galvão formadas pelas irmãs do interior de São Paulo, Mary e Marilene. Ambas se firmaram no meio, que até então era dominado apenas pelos homens, e seguiram passos das Irmãs Castro. No entanto, após 74 anos de carreira, As Galvão chegam ao fim devido ao avanço do Alzheimer em Marilene.

A trajetória longa que se iniciou em 1947 acaba neste ano de 2021 conforme anunciado por Mary em entrevista a André Piunti publicada no Youtube no último sábado (19). O motivo é muito claro, Marilene perdeu toda a memória em decorrência do Alzheimer e sendo assim, a parceria musical histórica e que influenciou outras cantoras sertanejas como Roberta Miranda, se encerra.

Mary Galvão nasceu em Ourinhos, São Paulo, em 1940 enquanto que, Marilene Galvão nasceu em Palmital, também no interior paulista, em 1942. Juntas, elas entraram muito novas na Rádio Club Marconi de Paraguaçu Paulista e anos depois, em 1955 foram contratadas pela RCA Victor, gravadora onde a trajetória marcante começou.

Em 2017, quando se completaram 7 décadas de carreira, a dupla As Galvão foi celebrada na edição do DVD Soberanas – 70 anos ao vivo e ainda no documentário Eu e Minha Irmã – A Trajetória das Irmãs Galvão.

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Roberta Miranda revela ter sofrido machismo por sertanejos

(Foto: Reprodução Internet)
(Foto: Reprodução Internet)

Após acusar o cantor Matogrosso de querer roubar os direitos de uma de suas músicas mais famosas e alegar que ele fez o mesmo com outras artistas, a cantora sertaneja Roberta Miranda, que acusou Luan Santana de fazer harmonização facial, revelou ter sofrido machismo por grades cantores da música sertaneja.

Em uma entrevista dada recentemente, Roberta Miranda, além de expor a briga com Matogrosso devido à uma música, contou sobre o seu passado na música e alegou que já foi vítima de machismo por grandes nomes da música sertaneja, que se consolidaram no passado.

De acordo com Roberta Miranda, crescer no meio sertanejo na época foi extremamente doloroso, tendo em vista que ela foi uma das mulheres pioneiras no gênero e sofreu muito com seus colegas de profissão: “Eu enfrentei a pior época do machismo, ali era danado! Eu trabalhava com Matogrosso e Mathias, Milionário e José Rico, Ricco e Léo, com tantos outros que eram terrivelmente machistas!”, disparou, em conversa com o youtuber Renato Sertanejeiro.

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