Paula Mattos vai reverter dinheiro da música “A vida Pede” em doações para ONG’s

A cantora sertaneja Paula Mattos anunciou que irá reverter dinheiro que arrecadar com a composição “A Vida Pede” em doações

A nova canção de Paula Mattos, foi inspirada no difícil momento de pandamia que o mundo está passando e 100% dos direitos autorais que cabem à cantora revertidos para ONGs, a faixa chega acompanhado de clipe inédito recheado de símbolos e valores de vida.

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Os royaltes gerados com a canção serão repassadas para a ONG “Gerando Falcões”, uma rede de ONGs, comandada por Edu Lyra, que trabalha em periferias e favelas cuidando de pessoas em situação vulnerável.

Seria hipocrisia minha lançar essa música apenas como uma mensagem sem fazer nada a mais com ela, por isso decidi doar 100% da minha parte dos direitos autorais. Pesquisei muito sobre qual instituição eu poderia ajudar doando os meus direitos da música e outros recursos que levantaremos por meio de ações que estamos planejando. Até que fui apresentada pelo meu amigo Edgar Ueda ao Carlos Wizard, que havia acabado de anunciar que esta montando um hospital de campanha em Campinas/SP e, com isso, criado a campanha #EuFaçoParteDaSolução. A sintonia entre nós foi gigante e, em apenas três dias, chegamos ao nome da ‘Gerando Falcões’”, explica Paula sobre a escolha da instituição. “Queremos ser parte de algo maior, procuramos ajudar pessoas e causas humanitárias, é só o começo!”.

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Video Clipe

Com produção musical de Borqz, “A Vida Pede” chega acompanhada de clipe inédito, gravado em São Paulo, com direção de Rodrigo Bizan e produção da Deeper Produções.

Em meio às imagens de estúdio e registros da infância da própria Paula e de amigos dela, a artista passa uma mensagem de positividade em meio a este período único em que todos vivem.

Sobre a escolha das composições para o clipe, a cantora ainda completa: “nossa memória afetiva não está naquele celular que acabou de lançar e temos pressa de comprar. Não está na roupa de marca, no carro zero ou na competição desacerbada por números. Nossa memória afetiva está nas coisas simples da vida, está no colo da vó, da mãe, naquele bolo caseiro, na época da escola, nas brincadeiras com os amigos de infância. Nessas pequenas coisas estão sempre nossas melhores lembranças”.

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